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Sobre o CFCAm

Publicado: Segunda, 02 de Abril de 2018, 10h16 | Última atualização em Segunda, 23 de Abril de 2018, 14h22 | Acessos: 1885

Contexto e Histórico

Os centros de formação profissionais, ou CFs, são, dentro da estrutura organizacional da UFSB, unidades acadêmicas responsáveis pela formação profissional dos estudantes egressos dos cursos de primeiro ciclo (BIs e LIs), assim como pelo aprofundamento dos estudos nos cursos de pós-graduação. Criado junto com a fundação da Universidade Federal do Sul da Bahia, o Centro de Formação em Ciências Ambientais foi pensado para atender à crescente demanda por profissionais que promovam soluções inovadoras nas áreas relacionadas com as às ciências ambientais. 

O Centro de Formação em Ciências Ambientais (CFCAm) é uma Unidade Universitária no âmbito da UFSB. Segundo o Art. 2o da Resolução 17/2016, a gestão acadêmica da Unidade Universitária é exercida pelos seguintes órgãos:

1) Congregação.
2) Decanato.
3) Colegiados de Cursos.

Parágrafo único. As demandas de apoio administrativo e à gestão acadêmica desses órgãos serão atendidas pelas secretarias acadêmicas e administrativas das Unidades Universitárias.

O Decanato é o órgão executivo da gestão acadêmica da Unidade Universitária. Abaixo, os gestores e os períodos de suas gestões à frente do decanato do CFCAm

Gestão 2013 – 2015
Decano
pro tempore do CFCAm: Dr. Asher Kiperstok First
Vice decano pro tempore (julho a dezembro/2015): Dr. Jorge Antonio Silva Costa

Gestão 2016­ - 2017
Decano
pro tempore do CFCAm: Dr. Jorge Antonio Silva Costa

Vice decano pro tempore: Dr. Carlos Werner Harckradt

Gestão 2017

Decano pro tempore: Dr. Carlos Werner Harckradt

Gestão 2017 – 2021

Decano: Dr. Carlos Werner Harckradt

Vice decano: Dr. Fabrício Berton Zanchi

MEMBROS DA CONGREGAÇÃO DO CFCAm

Segundo Resolução UFSB 17/2016, que dispõe sobre os Órgãos de Gestão Acadêmica das Unidades Universitárias

Decano do CFCAm: Carlos Werner Hackradt (Titular)

Vice Decano do CFCAm: Fabrício B. Zanchi (Titular)

Coordenador(a) do Colegiado do Curso de Ciências Biológicas: Luiz Norberto Weber (Titular)/ Vice coordenador(a): Cristiana Costa (Suplente)

Coordenador(a) do Colegiado do Curso de Oceanologia: Caio Turbay (Titular)/ Vice coordenador do Colegiado do Curso de Oceanologia: Fabiana Cézar Félix Hackradt (Suplente)

Coordenador(a) do Programa de Pós Graduação em Ciências e Tecnologias Ambientais: Nadson Ressyé Simões da Silva (Titular) Jailson Novais (Suplente)

Representante dos Servidores Docentes do CFCAm: Florisvalda da Silva Santos (Titular)/ Gabriela Narezi (Suplente) Representante pro tempore dos Servidores Técnico­Admnistrativos: Rafael Lima Santos (Titular)

Representante dos Discentes: Sara Buttrose Kennedy (Titular)
Representante do Conselho Estratégico Social da UFSB: Virginia Londe Camargos (Titular)/ Raoni Brás Pataxó (Suplente).

Missão e propósito

O CFCAm tem a responsabilidade de subsidiar as discussões e ações em Sustentabilidade. Nesse sentido, o CFCAm articula­se com a Pró Reitoria de Sustentabilidade e Integração Social (PROSIS), com os Colégios Universitários (CUNIs), os Institutos de Humanidades, Artes e Ciências (IHACs) e com os demais Centros de Formação (CFs) a fim de se estabelecer um constante diálogo e avaliação das ações sobre a temática da Sustentabilidade.

As Ciências Ambientais

A Área de Ciências Ambientais passou a ser reconhecida no Brasil a partir do ano de 2013 pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), saindo da Área Interdisciplinar para ocupar um status equivalente a essa.

As Ciências Ambientais* surgem diante das demandas socioambientais e das perspectivas do desenvolvimento sustentável, elementos inerentes a essa Área do Conhecimento. À Área de Ciências Ambientais compete abordar processos sociais e naturais, desenvolver novas tecnologias e estabelecer processos de gestão socioambientais, bem como formular e analisar políticas públicas voltadas à gestão ambiental em sentido amplo, considerando uma maior inclusão social.

Dessa forma, Ciências Ambientais não é o somatório ou a combinação entre Ciências, trata­se mais de um método de construção de conhecimento partindo de uma problemática/complexidade ambiental (sistemas sociais estão interconectados com ecológicos) que se deseja compreender e, preferencialmente, resolver.

Trata­se de uma ciência cujas pesquisas devem ser absolutamente contextualizadas porque surge na fronteira de grandes áreas de conhecimento como as ciências da terra, biológicas, agrárias, engenharias, saúde, sociais aplicadas e humanas (Arlindo Phillip Jr., Com. Pess.). Os conhecimentos de várias destas áreas, portanto, são fundamentais para dar respostas às questões ambientais. Assim, nas Ciências Ambientais, a interdisciplinaridade emerge naturalmente e passa a ser identificada como atitude e como método na produção de conhecimento.

Os problemas de pesquisa não respeitam competências acadêmicas específicas, grupos, geografia política, espacial ou econômica, tão importante quanto o pragmatismo da engenharia deve ser a reflexão das ciências sociais. O conhecimento pode ser específico, mas generalizável, de base universal, que resulte em publicações, produtos técnicos (p.ex. metodologias e patentes) e em inserção social, como formulação e avaliação de políticas públicas (CAPES, 2013).

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