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Sobre o CF Artes

Publicado: Sexta, 06 de Abril de 2018, 15h23 | Última atualização em Quinta, 07 de Junho de 2018, 19h06 | Acessos: 313

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O Centro de Formação em Artes da UFSB fica no campus Sosígenes Costa, em Porto Seguro. Ele possui dois cursos de graduação de segundo ciclo até o momento: Artes do Corpo em Cena, e Som, Imagem e Movimento — SIM (com habilitações em Arte e Produção Sonora, Artes Visuais e Audiovisual).

Os estudantes da UFSB que fizerem um Bacharelado Interdisciplinar (BI) ou Licenciatura Interdisciplinar (LI) no primeiro ciclo de formação estão aptos a pleitear uma vaga nos cursos de segundo ciclo Artes do Corpo em Cena e SIM. O acesso aos cursos de segundo ciclo na UFSB se dá por meio de edital de seleção interno. Clique nas abas acima para acessar a página dos cursos neste portal.

 

Acesse o site do Centro de Formação em Artes.

 

DECANO
Dr. Alemar S. A. Rena
alemar@ufsb.edu.br

VICE-DECANO
Dr. Martin Domecq
martindomecq@ufsb.edu.br

 

Outros contatos

 

Telefone decanato do Centro de Formação em Artes:
+55 73 3288-8427

Secretaria Executiva:
secretaria.csc@ufsb.edu.br

Campus Sosígenes Costa (Porto Seguro) / Recepção:
Telefone: 3288-8400

CAMPUS SOSÍGENES COSTA – PORTO SEGURO
Rodovia Porto Seguro – Eunápolis-BA
BR-367 – km 10 – CEP 45810-000
Fone: (73) 3288 8400/ 3288- 8430 (Apoio Acadêmico)

 

 

DOCENTES

Dr. Alemar Rena / CSC
alemarrena@gmail.com
Alemar Rena é professor adjunto da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), em Porto Seguro, BA, Brasil. É mestre e doutor em Estudos Literários pela UFMG. No doutorado, fez Estágio Sanduíche de um ano na Inglaterra, onde foi pesquisador visitante da Universidade de Kingston (Londres). Recebeu o prêmio UFMG de teses (2015), tendo sua tese escolhida como uma das 30 melhores entre mais de 900 teses de doutorado produzidas na UFMG naquele ano. Participa do grupo de pesquisa Indisciplinar (EA/UFMG — CNPQ) e é co-editor da revista acadêmica homônima do grupo. Possui mais de 20 anos de experiência com o ensino, sendo mais de 14 anos com o ensino superior. Trabalhou em diversas IES nos cursos de Letras e Comunicação Social nas áreas de comunicação e música, cibercultura e artes gráficas, entre muitas outras. Foi editor de diversas revistas e jornais culturais e acadêmicos, entre eles o jornal Letras e a revista acadêmica Tecer. É músico e produtor com diversos discos gravados. Possui livros publicados na área de Letras e Artes. Na UFSB, é atual decano do Centro de Formação em Artes. No passado coordenou o curso de LI em Artes e foi coordenador do NDE Intercampi da LI. Foi ainda líder da equipe de construção do PPC do curso SIM – Som, Imagem e Movimento. Coordena e desenvolve o projeto de pesquisa Cartografias Emergentes da Cultura. Foi coordenador do projeto de educação e cinema Imagens da Diferença, Experiências do Comum, que ofereceu 15 bolsas para estudantes da instituição e adquiriu equipamentos básicos de filmagem e edição para o Centro de Formação em Artes e para os cursos de BI e LI Artes nos 3 campi.

Áreas de Interesse: Artes e comunidade; artes, produções linguísticas e o comum; música e tecnologia; produção linguística, comunicação em rede e biopolítica; teoria da literatura e autoria no contexto das novas mídias; novas mídias e artes eletrônicas; produção linguística, multidão e riqueza comum.
Grupos de pesquisa: Indisciplinar (EA-UFMG/CNPQ)
Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4164458Y9
Artigos e produções acadêmicashttps://ufsb.academia.edu/AlemarRena
Site Pessoal: fluxos.org

Dra. Alessandra Mello Simões Paiva / CPF
alesimoespaiva@gmail.com

Aline Nunes de Oliveira
 / CSC
alinenunesoliveira@gmail.com

Dr. André Domingues dos Santos / CPF
andredominguesdossantos@gmail.com

Ariane Stolfi / CSC
arianestolfi@gmail.com

Dr. Augustin de Tugny  / CSC
atugny@ufsb.edu.br
Minha formação inicial na França foi em Arquitetura de Interiores, profissão ou ofício que se coloca no limiar das práticas artísticas no amplo campo das artes aplicadas. Pratiquei durante muitos anos atividades diversas de arquitetura de interiores, cenografia e iluminação para o teatro, ópera, concertos, exposições e como colorista trabalhei em associação com arquitetos para definir a qualidade cromática de edifícios e ambientes. Da França vim para o Brasil em 1998 e passei muito tempo em Belo Horizonte. Continuei minha prática de  cenógrafo, coloriste e iluminador no Brasil e comecei a lecionar em Cursos de Arquitetura interessados pelo meu percurso a partir de minha formação inicial. Essa orientação para docência me levou a retomar meus estudos com um mestrado em Arquitetura que tratava da Arquitetura de Interiores e alguns anos depois um doutorado em Artes sobre a questão da Cor na Arte no século XX e como ela constitua uma possibilidade de pensar a arte. Entrei na UFMG como docente para abertura de um curso de Design de Moda onde lecionei História do Vestuário com muita felicidade, iniciei nesse momento minhas investigações ao redor da questão do vestuário com o projeto de pesquisa “roupa – fábrica do corpo”. Quando a UFSB abriu chamadas para participar da implantação e realização de seu projeto não tive hesitação em vir participar plenamente dela por acreditar profundamente nos valores que a sustentam.

Dr. Bernard Belisário / CSC
bernardbelisario@gmail.com

Dr. Celso Francisco Gayoso / CPF
celso.gayoso@gmail.com

Dra. Cinara de Araújo Soares / CSC
cinaradearaujo@gmail.com

Clarissa Santos Silva / CSC
clarissabog@gmail.com

Cristiane da Silveira Lima / CSC
crislima1@gmail.com

Dr. Daniel Fils Puig / CJA
danielpuig@me.com

Dra. Eloisa Leite Domenici / CSC
domeniceloisa@gmail.com
Sou artista da Dança, pesquisadora e docente das artes do corpo. Graduada no curso de Dança da UNICAMP (Campinas, 1991), meu interesse desde aquela época se direcionou para a dança experimental e para as corporalidades das danças populares brasileiras, a partir da pesquisa de metáforas corporais como forma de reinvenção dessas corporalidades no corpo que dança. Andei por muitos interiores convivendo com mestres e mestras e desenvolvi projetos diversos, espetáculos e cursos a partir dessa investigação. Acredito profundamente na riqueza estética e ética das manifestações populares brasileiras. Meu projeto de Doutorado no Programa em Comunicação e Semiótica da PUC-SP (São Paulo, 2004) centrou-se nas metáforas das brincadeiras populares e suas cadeias de sentidos, destacando os processos corporificados de significação e suas potências para a criação cênica. Ingressei como docente na Escola de Dança da UFBA em 2004. Na Bahia convivi com mestres e mestras do samba de roda no litoral norte e no recôncavo. Nesse período conheci o projeto da Universidade Nova, de Naomar Almeida e tive a oportunidade de participar da fundação do Bacharelado Interdisciplinar em Artes da UFBA, o primeiro no Brasil, curso que coordenei até formar as primeiras turmas. Mais tarde, conheci o projeto da UFSB e novamente aceitei o desafio e a oportunidade de realizar o projeto de uma universidade popular, mais próxima da concepção anisiana. Sou docente do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFBA, desde 2009, e membro da ABRACE – Associação Brasileira de Pesquisa em Artes Cênicas.

Dra. Evani Tavares Lima / CJA
evanilima@ufsb.edu.br
Evani Tavares é atriz, formada pela Escola de Teatro da UFBA, tendo atuado com diretores como Cacá Carvalho, Francisco Medeiros, Gabriel Vilela e Ewald Hackler. Doutora em Artes pela UNICAMP  e Mestre em Artes Cênicas pela UFBA. Atualmente, realiza Pós-doutorado em Artes Cênicas junto ao PPGAC – UFBA. Ao longo de sua trajetória como artista e pesquisadora tem se debruçado sobre as  possibilidades de inserção de elementos da cultura negra no teatro, tendo produzido vários escritos em torno da temática negra no teatro e suas possibilidades estéticas. É autora do livro Capoeira Angola como treinamento para o ator. Tendo se constituído por isso, uma das principais especialistas (de sua geração) em estudos da performance artística negra e teatro negro no Brasil. Dentre os cursos criados estão: Poética negra em Cena – curso teórico prático de estudo das proposições políticas e estéticas do teatro negro; Capoeira angola como treinamento para o ator – uma proposta de aplicação de elementos da capoeira angola como perspectiva para o trabalho de composição e aprimoramento do ator; Pesquisa em elementos da performance artística negra – um curso teórico-prático com proposta de construção de processo criativo a partir de elementos da performance artística negra, e teatro negro como uma experiência poscolonial.

Dra. Fabiana de Lima Peixoto / CJA
fabianalimaufsb@gmail.com

Dr. Fábio Nieto Lopez / CJA
fabionieto@gmail.com

Dra. Fernanda Luzia Lunkes / CJA
flunkes@gmail.com

Gessé Almeida Araújo / CPF
gessiempre@gmail.com

Hamilton Richard dos Santos / CSC
prof.richardsantos@gmail.com

Joana Brandão Tavares / CPF
joanabrandao@hotmail.com

Dr. Joel Pereira Felipe / CJA
joel.felipe@ufsb.edu.br

Juliana Coelho Gontijo / CSC
julianagontijo@zoho.com

Lara Machado / CSC
machadomachadolara@gmail.com

Dra. Laura Castro  / CPF
lauracastro.ar@gmail.com

Leonardo da Silva Souza / CSC
quilombo@gmail.com

Marcelo Wasem / CSC
amiantus@gmail.com

Dr. Martin Domecq / CSC
martin.ufsb@gmail.com

Rafael Alexandre Gomes dos Prazeres / CPF
rafaeldosprazeres@gmail.com

Dra. Rosângela Pereira de Tugny / CSC
rtugny@gmail.com
Nasci em Goiânia e comecei minha juventude fascinada pela música e pelo ofício do pianista. Cursei graduação em piano na UFMG e passei alguns anos na França estudando piano, música de câmera, acompanhando no cravo a produção de óperas barrocas  e ouvindo os conjuntos de música contemporânea que se apresentavam em Paris. Com uma bolsa da Capes e posteriormente da Paul Sacher Stiftung, me dediquei alguns anos a contemplar obras de obras dos compositores John Cage, Karlheinz Stockhausen e Pierre Boulez e outras desta geração. Tinha muito interesse em esmiuçar os processos criativos destes compositores, sobretudo quando fizeram uma interessante passagem, com o final da segunda guerra mundial, de uma música cuja forma de compor era extremamente controlada, para outra, que interpelava os intérpretes a agirem na modificação do resultado sonoro no momento da performance. Estes estudos se transformaram numa tese de doutorado. Já no final deste período, lia muito as cartas de compositores com musicólogos e me interessei especialmente pelas cartes de Pierre Boulez com um grande estudioso das músicas africanas, André Schaeffner. Descobri o quanto o estudo dos instrumentos musicais não temperados e das sociedades que os fazem vibrar desvela sentidos profundos para a escuta e realização da música. Me interessei pelo quanto o ambiente da música dita “erudita” vive sobre a ilusão de uma autonomia da obra de arte, indo buscar o sagrado, o mágico e o mítico nas culturas não ocidentais, que são ao mesmo tempo as culturas de povos subalternizados na história geopolítica do planeta. Esta necessidade que se realizava no que me parecia uma nova forma de “comércio de especiarias”, a meu ver prossegue, sem muita reflexão, entre artistas contemporâneos. Passei a me encantar com o universo dos cantos dos povos indígenas e tenho buscado cada vez mais me aproximar dele. Conheci em 2000 alguns cantores que fazem parte dos povos Tikmu’un, que vivem ao nordeste do estado de Minas Gerais, na divisa com a Bahia. Desde então trabalhamos juntos, na gravação de noites inteiras de rituais, na edição, transcrição e tradução de seus repertórios míticos, musicais. Como entre eles os muitos anciãos, anciãs e jovens são simplesmente geniais, meu trabalho passou a ser o de acompanhá-los nas suas realizações. Seus filmes e seus desenhos têm encantado o mundo do cinema e seus cantos têm trazido para perto deles cada vez mais pesquisadores e ouvintes interessados. Fui por 16 anos professora na Universidade Federal de Minas Gerais, onde tive grandes e belas oportunidades de trabalho e realização. Passei a ser pesquisadora do CNPq e a integrar o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa. Entre tantas frentes, este Instituto vem experimentando com várias universidades, a potência dos conhecimentos e da pedagogia dos mestres das sociedades tradicionais no Brasil. Participo deste Programa, o “Encontro de saberes” desde seu início. Quando conheci a proposta de criação da UFSB com seu desejo de ser uma universidade mais rica, mais diversa, com políticas firmes de inclusão dos povos que foram forçados à subalternidade nos processos de construção da cidadania no Brasil, decidi experimentar este novo horizonte de trabalho.  O desafio de participar da construção da Universidade Federal do Sul da Bahia, o desejo de conhecer esta região e os protagonistas das comunidades que aqui resistiram me animam imensamente.

Dr. Sérgio Barbosa de Cerqueda / CSC
sbcerqueda@gmail.com

Dr. Spensy Knittel Pimentel / CSC
spensy.pimentel@gmail.com

Tássio Ferreira Santana / CJA
tassio.ferreira@yahoo.com.br

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